Guia completo sobre a origem do piano


Fala tecladista! Como vai? Aqui é Heitor Carvalho, do Aprenda Piano, trazendo mais um artigo para você.
Vamos falar sobre a nossa razão de existir, o piano e como ele surgiu.
Atualmente o piano é considerado um instrumento clássico, muito em função do momento de sua origem.
O piano nasceu na Itália, por volta do século XVIII, fruto do incansável trabalho do italiano Bartolomeo Cristofori.
Antes de falarmos do piano em si, somos obrigados a contar um pouco da história de seu inventor.

ORIGEM DO PIANO POR BARTOLOMEO CRISTOFORI

Bartolomeo Cristofori, nascido em 1655, em Pádua na Itália, fabricou por anos os cravos, instrumento muito parecido com o piano.
Podemos dizer que o piano seria um cravo evoluído, com mais funções, então sim, a origem do piano é fruto dos trabalhos de Cristofori em cima dos cravos.
Em anos de carreira, Bartolomeo se dedicou a ser músico e fabricante de instrumentos musicais.
Por mais que muitos imaginem que exista uma relação com a Renascença Italiana e famosos nomes da época, foi Bartolomeo que sozinho foi atrás para originar o piano.
Nascido em Pádua, foi em Florença, cidade também da Itália que ele pode se dedicar a viver para o piano, em função dos trabalhos que realizava a pedido do príncipe Fernando de Médici.

O PROJETO DA ORIGEM DO PIANO

Entre seus trabalhos e estudos, para investir no cravo, foram 10 anos, desde o primeiro projeto, até um molde do piano que conhecemos hoje em dia.
Foi em 1698 que começou a trabalhar em cima do projeto, após ter o estudo concluído, era a hora de colocar a teoria em prática, após um trabalho de 4 anos, em 1702, Cristofori fez uma amostra de um cravo modificado.
Um trabalho arrojado, complexo, que somava ao cravo funções que antes eram inimagináveis para um instrumento da época.
Após os 4 anos de trabalho e a primeira amostra, era hora de aperfeiçoar seu filho, transformar ele realmente em um piano, na época chamado de pianoforte.
Entre a transformação de um cravo modificado, para um pianoforte, foram 7 anos, até que em 1709 apresentou o seu primeiro piano, nada que se compare ao pianos de hoje em dia, claro, em função da evolução que o mesmo passou ao longo dos anos.
Por mais que tenha sofrido alterações, que evoluíram o trabalho de Bartolomeo, o piano tradicional segue as mesmas características da época.
Lendo a definição do piano de antigamente, podemos visualizar o piano de hoje em dia em nossa frente.
Um instrumento musical de cordas, com peças de madeira, que são ativadas por meio de um teclado que dão movimento as cordas esticadas e presas a estrutura do piano.

EVOLUÇÃO APÓS A ORIGEM DO PIANO

Além das evoluções que ocorreram dentro do sistema do cravo, virando pianoforte, outras alterações foram ocorrendo.
Funções e ferramentas internas e externas ao piano foram adicionadas por demais profissionais.
Porém essas funções levaram tempo, mais de 70 anos no caso do acréscimo dos pedais, tanto do de surdina, quanto do pedal direito.
Ambos foram invenções do inglês John Brodwood, que após projetos e testes, acrescentou as ferramentas em 1783.
Anos mais tardes, já em 1821, foi a vez do francês Sébastien Erhard criar novas funções ao piano, agora mesmas teclas podiam ter seu toque repetido.
A função implantada pelo francês se comparada as demais pode não parecer muito significativa, mas na prática, ela fez toda diferença.
Não se contentando em acrescentar novos elementos ao piano, a forma do piano foi a seguinte escolhida.
A forma tradicional ainda existe, porém hoje acompanhada de outras, como o piano vertical, o piano de cauda e até mesmo o piano digital, fruto do avanço tecnológico que vivemos dia a dia.

CURIOSIDADES DESDE A ORIGEM DO PIANO

Acredito que nunca passou pela cabeça de Bartolomeo Cristofori, lá pelos anos de 1700, que a sua invenção fosse tomar essa proporção.
Mais de 300 anos depois, o piano segue vivo em nosso dia a dia, e a cada dia passando por mais e mais melhorias, nos agraciando com os mais belos pianistas, donos de apresentações maravilhosas.
E o piano tem curiosidades escritas na história, afinal, Mozart e Beethoven foram imortalizados através dele.
Ah, e sabe as 88 teclas existentes no piano, pasmem, um dia elas foram 84 teclas. E a distinção de cores entre elas, não é mera estética.
As teclas brancas, essas são as notas naturais – dó, ré, mi, fá, sol, lá e si -, já as pretas, responsáveis pelos “acidentes”, como os bemóis e os sustenidos.
Por fim, chega a parecer ironia, mas a invenção de Bartolomeo Cristofori na época foi considerada precária.
Depois dessa aula sobre piano, acho que não tem como não se interessar por esse belíssimo instrumento musical, que a cada dia que passa vem ganhando ainda mais adeptos.
Então, seja mais um dos fãs e realize agora o seu sonho de tocar piano, aproveite e saiba mais sobre o Método M30 – Sua 1ª música em 30 dias.
Forte abraço,
Heitor Carvalho

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